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A PGR, Raquel Dodge, recorreu contra decisão liminar (provisória) do STF, que proibiu, as conduções coercitivas

Raquel Dodge recorre de decisão que proibiu condução coercitiva

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Por Matheus Leitão

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu nesta terça-feira (13) contra decisão liminar (provisória) do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu, em todo o país, a realização de conduções coercitivas para interrogar investigados.

Gilmar Mendes tomou a decisão em dezembro do ano passado, quando considerou o procedimento, previsto no Código de Processo Penal e muito utilizado na Operação Lava Jato, como inconstitucional.

Segundo informado ao blog, Dodge fez dois pedidos em seu recurso: para que o próprio ministro Gilmar Mendes reconsidere a sua decisão ou, em caso negativo, que leve o caso ao plenário do STF.

 

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